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Dicas de Pesca

Carpa CabeÇuda
Nome Comum: Carpa Cabeçuda
Nome científico: Anstichtys nobilis
Família: Pimelodidae
Origem Asiática alimenta-se de algas e rações. É indicada unicamente para policultivo, e como espécie secundária. Peixe de carne magra e saborosa tem boa velocidade de crescimento, podendo atingir até 2 kg em um ano. No Brasil, os machos atingem a maturidade sexual com dois anos e as fêmeas com três anos de idade. Em cativeiro a reprodução é artificial. Tem boa aceitação no mercado principalmente o de pesqueiros.

Características: Entre as carpas é a maior de todas, podendo atingir mais de 25 Kg, e em um ano de cultivo, pode alcançar de 2 a 4 Kg. É um peixe de origem chinesa, procriado em laboratórios Piscicultores. Alimentam-se de Fito-planctons (Micro algas). Este é um peixe de hábitos estranhos. Um dia pega-se com uma facilidade imensa e um dia depois você pode tentar tudo que não adianta, já foram encontrados espécies com mais de 50 Kg.

Hábito alimentar
: Fitoplanctografa. Onívoro, Filtrador. Aceita bem ração 32% proteína crescimento. Dicas em geral para a pesca da Carpa Cabeçuda.

• Para a pesca da carpa cabeçuda usamos um material de pesca ação media
varas de 2 mas a 3 mas , molinete tamanhos médios ,linha 0,45mm ,chuveirinho mais indicado para a pesca é o modelo aranha.
• Montagem do equipamento:
Coloque primeiro a chumbada com furo  grande para poder passar o nó de correr, o chumbo fácil de achar é o de tarrafa a chumbada vai agir como poita.
Coloque uma miçanga ,depois a bóia e outra miçanga e no final o snap.
Ai depois de feito isso ,você faz o nó de correr em cima das miçangas, com isso a bóia
vai parar quando chegar no nó ai você regula a altura , pronto para pescar a carpa ,a altura varia muito do dia e local da pescaria.
• Diferentemente dos outros peixes a carpa cabeçuda não engole a isca , vamos dizer ela assopra a massa ,ai a massa vai dissolvendo e ela vem sugando os farelos soltos da massa.Por isso a massa tem que ter pouca liga para dissolver bem na água, o ideal é sempre arremessar próximo para ficar uma ceva constante atraindo-a para sua isca.

Carpa Húngara
Nome Popular: Carpa húngara
Nome Científico: Cyprinus carpio

Habitat: Peixe de água doce de origem asiática. Vivem em rios e represas sendo encontrados nas regiões sul e sudeste do Brasil. Existem várias espécies de Carpa, como por exemplo: Carpa capim, Carpa comum, Carpa húngara, Carpa cabeça grande Carpa colorida, etc.

Como Pescar: Deve-se utilizar equipamento de ação média, e varas para linhas de 8 a 17 libras, carretilha ou molinete com capacidade para 70m de linha com 0,35mm de diâmetro e anzóis de tamanho no Maximo 1/0. As melhores iscas são as minhocas e mês existe vários tipos de massas para a carpa.

Dica: Para atrair a atenção deste peixe, faça uma ceva de pão.
Melhor Época: Durante todo o ano, respeitando-se as épocas de reprodução.

Montagem para se pescar a carpa húngara: a pesca da carpa húngara não tem segredos irei explicar uma montagem fácil e que do muito resultado, pegue um equipamento médio, coloque o chumbo pequeno na frente depois o gerador com um pequeno chicote geralmente uso anzol 1/0 no Maximo, depois no anzol coloque entre 3 a 4 minhocas ou massas de pesqueiros tipo bio-truta com açúcar, faça bolinhas e arremesse pronto para pegar as húngaras.

Tambaqui

Nome Popular: Tambaqui
Nome Científico: Colossoma macropomum
Tambaqui (Colossoma macropomum), também chamado de Pacu Vermelho, é um peixe de escamas com corpo romboidal, nadadeira adiposa curta com raios na extremidade; dentes molariformes e rastros branquiais longos e numerosos. Boca prognata pequena e forte com dentes molariformes. A coloração geralmente é parda na metade superior e preta na metade inferior do corpo, mas pode variar para mais clara ou mais escura dependendo da cor da água. Os alevinos são cinza clara com manchas escuras espalhadas na metade superior do corpo. O tambaqui alcança cerca de 90 cm de comprimento total. Antigamente eram capturados exemplares com até 45 quilos. Hoje, por causa da sobre-pesca, praticamente não existem indivíduos desse porte.
É uma espécie que realiza migrações reprodutivas, tróficas e de dispersão. Durante a época de cheia entra na mata inundada, onde se alimenta de frutos ou sementes. Durante a seca, os indivíduos jovens ficam nos lagos de várzea onde se alimentam de zooplânctone os adultos migram para os riosde águas barrentas para desovar. Na época de desova não se alimentam, vivendo da gordura que acumularam durante a época cheia (Ferreira, A.S.G., 2006). Pacu preto ou Pacu Negro
O tambaqui apresenta nomes em outras línguas que são traduzidos como "pacu escuro" ou "pacu negro", esta cor escura ou negra ocorre, com o tambaqui, em rios do Peru e mesmo no Brasil apesar da cor comum ao tambaqui ser outra. Porém esta cor também ocorre com o pacu caranha (Piaractus mesopotamicus = Colossoma mitrei) que apresenta a cor negra quando encontrado em rios do Pantanal de águas cristalinas e ocorre também com (Colossoma bidens). Já o pacu-caranha do Rio Aquidauana é bem mais claro, com uma coloração bastante semelhante à comum ao tambaqui.

Equipamento para se pescar o Tambaqui:
Equipamento de Pesca médio-Pesado, varas de 8-17 lb. 15-30 lb. molinetes tamanho médios, carretilhas, linha 0,40mm, anzol de no mínimo 1/0 até 4/0.
• Montagem: chumbo tamanho médio com chicotes tamanhos médios. (chicotes mais indicados é encastoado, multifilamento), pois ele tem um dente muito afiado e podem cortar facilmente a linha, anzol entre 1/0 a 4/0 é o suficiente. Fricção bem regulada e pronta para  pescar.
Dicas para se pescar o tambaqui: atualmente têm no mercado bóias cevadeiras e torpedos, chicotes ultrapassando 1 metro de comprimento com uma pequena bóia perto do anzol, iscas ração guabi na pinga e uso de miçangas de diversas cores atualmente em pesqueiros é o mais indicado. Porem em rios muda totalmente, a isca para pesca dos tambaquis são: iscas naturais,massas,frutas coquinhos entre outras.
  
Pirarucu
Nome Popular: Pirarucu
Nome Científico: Arapaima Gigas

O pirarucu é o maior peixe de escamas de água doce. Portanto,uma espécie excepcional para a pesca esportiva em águas interiores no Brasil.Tem o corpo bastante alongado,delgado e ao mesmo tempo robusto,as barbatanas,dorsal e anal são baixas e localizadas bem atrás.As barbatanas ventrais,menores,localizam-se apenas ligeiramente á frente da barbatana anal;as barbatanas peitoral e da cauda são grandes.O corpo,recoberto por escamas muito grandes,brilhantes e coloridas,tem variações que vão de cor vermelha clara ao azul e ao cinza.A barriga é mais clara que as barbatanas avermelhadas.
Sua cabeça é relativamente pequena,tendo uma boca muito grande,que se abre para cima,com dentes pequenos.
É caracterizado por uma série de dentículos na língua,sendo junto com o aruanã os únicos representantes da família Osteoglossídea,ou seja, que tem língua óssea.(Os índios ralam a semente do guaraná com a língua do pirarucu),Vivendo exclusivamente na bacia amazônica,o pirarucu atinge 3 metros de comprimento,com um peso aproximado de 200 kilos.
Essa espécie de água doce tem excepcional importância econômica e é razão de sobrevivência para o pescador artesanal da região(é conhecido como o "bacalhau brasileiro").Por sua carne extremamente saborosa,é alimentação básica para os habitantes do norte do País.Sua captura explorada comercialmente com a utilização de redes e tarrafas está colocando em risco a espécie.
Hoje em dia o pirarucu encontrado em alguns pesqueiros podendo fazer a pesca esportiva desse belo peixe.

Locais de pesca:
Rios e lagos de Goiás,Pará e Amazonas,especialmente nos rios Araguaia,Negro,Amazonas,Xingu,Branco e seus maiores afluentes.

Época da pesca- Verão
Limites minimios- comprimento 80 centímetros

Quantidade- recomenda-se a prática do carch-release(pescar e soltar).Espécie em risco,explorada de forma excessiva para o comércio.

Equipamentos:
Arremesso: ·Vara-
2,40m, heavy, ponta firme.
Molinete ou Carretilha- ação pesada
Linhas- 0,50 a 0, 100 mm.
Empate- aço fino encapado
Iscas- plugs grandes de superfície, meia água e fundo, colheres e jigs.
Distância- arremesso de 20 a 40m (inclusive no currico;
Iscas naturais- peixes vivos (piaus, traíras, etc.)

FLY
Vara- 11 ou 12 pés (3,30 a 3,60m), ação lenta. Ou, então, o equipamento standard com varas de 8  1/2 a 9 pés para linhas de 8 até 12.
Carretilha- ação simples ou múltipla, de alta capacidade, com reserva de linha até 200m.
Linha de fly- Double-tapper 11 ou 12(DT-11 ou 12_F), para arremesso curto, no estilo tradicional. Ou, ainda, com equipamento padrão, linhas WF 8 até 12.
Empate- 12 a 20 pés (3,60 a 6m), suficientemente longo e lento para atingir profundidades maiores. No equipamento standard, usa-se 5 a 10 pés (1,50 a 3m).
Ponta de linha- 6 a 30 lbs. (2 700 a 13, 500 kg).
Moscas- seleção clássica de streamers de pesca oceânica, iscas de fundo (com o uso de peso) com ação semelhante ao jig.

CORRICO
Vara-
2m, heavy, ponta firme
Molinete ou carretilha- ação pesada
Linha- 0 120 mm
Empate- aço fino, encapado
Iscas- plugs variados para superfície, meia água e fundo, colheres, spiner, spiner-baits.

MatrinxÃ
Nome Popular: matrinxã
Nome Científico: Brycon bilarii

Muito parecido com um grande lambari, tem uma pinta preta perto da cabeça e uma listra preta na cauda.
cabeça proporcional - com olhos e boca grandes - ao seu corpo alongado, com o ventre arredondado antes das ventrais e comprimido depois delas. Tem barbatana dorsal bem maior que a barbatana ventral,um pequeno espigão na parte traseira do dorso e uma barbatana anal pequena e arredondada,saindo desde o meio até quase ofinal do seu corpo.
Sua barbatana caudal termina em forquilha.De cor olivácea- dourada,tem as barbatanas em tons em vermelhos,sendo considerado um dos peixes mais bonitos das águas interiores brasileiros.
Peixe exclusivo da bacia amazônica,é encontrado em águas límpidas dos rios,atacando as iscas em oportunidades diversas daquela em que os grandes peixes saem á caça de alimentos.Assim,pesca-se o matrinxã quando os surubins e pirarucus a aplacaram a sua fome.Conhecido também como matrinxão,é considerado o dourado do norte do Brasil.Bastante saboroso,divide com o pirarucu e o tambaqui a preferência dos apreciadores.
Peixe atualmente encontrado em qualquer pesqueiro e praticamente como de tudo com grande ação em salsichas flutuando em bóias torpedos.

Locais de pesca
Confluência dos rios Araguaia e das Mortes(Ilha do Bananal),Tocantins,Verde,Teles Pires,Peixoto de Azevedo,Nhandu,Trombetas,Mapuera,Branco,Madeira,Arinos,Guaporé e Koluente.
Época de pesca - Verão
Limites mínimos - comprimento:recomendável - no mínimo - 30 cm.
Quantidade: Recomendável - no Maximo 10 exemplares.

ARREMESSO
Vara - light ou médium,ponta firme,2m.
Molinete ou carretilha- ação média
Linhas- 0,30 a 0,40mm.
Empate - 0,35 a 0,50mm.
Iscas- spiners (trocando a garatéia por único anzol simples),colheres,plugs,Mirrolures light e jigs.
Distância - arremesso de 10 a 50 metros.
Iscas naturais- insetos voadores,frutinhas,massa de pão,minhoca ,etc.
Anzóis 2 a 3/0.

FLY
Vara- 4,de 6 a 7 pés(1,8 a 2,70m).Ou,equipamento Standard 8 1/2 a 9 pés, para linhas 7,8 ou 9.
Carretilha - ação simples (1; 1).
Linha de fly- WF-4-F, de superfície (podem-se experimentar as linhas 5 e 6 ,quando a intenção é fazer arremessos curtos,usando-se menos linhas de fly, para equilibrar o conjunto). Ou,então,no equipamento standard,com as linhas 7,8 ou 9 shooting ou sinking tip.
Empate-6 a 9 pés de comprimento.
Ponta de linha - desde 4 lbs(1,800kg)de resistência ou,no equipamento padrão,com 8 a 14lbs.
Moscas-Streamers ou Popper,para anzóis até 2/0.

CORRICO
Vara
-1,80médium,ponta dura
Molinete ou carretilha-ação média
Linha-0,40 a 0,50mm.
Empate-0,50 a 0,60mm.
Iscas-plugs de barbela para superfície e meia água.
Espécies Pescadas de modo idêntico;
piraputanga,piracanjuba,tambaqui e traíra.

Robalo
Nome Popular: Robalo flecha, Robalo Peva (camurim, snook)
Nome Científico: Centropomus undecimalis

Corpo alongado e esguio, linha dorsal bastante elevada, perfil ventral reto. Cabeça rebaixada e comprida, em forma de flecha, com a mandíbula inferior projetando-as para frente. As mandíbulas têm faixas de dentes estreitos e concentrados.A cobertura da guelra em bordas dentadas e muito afiadas.As barbatanas dorsais são acentuadamente armadas,com seus raios formando contornos pontiagudos. A barbatana caudal tem forma de forquilha.
Os raios de espinhas das barbatanas dorsal e anal transforma-se wm placas com aparência de escamas.
Nos flancos e no abdômen,o robalo é prateado,no dorso,predomina a cor verde-azulada.Destaca-se também a característica linha larga e escura nos dois lados do corpo.Em movimento emite raios luminosos,resultantes da cor prateada e de suas escamas de tamanhos variados.
Vive em águas tropicais,em ambas as costas das Américas.Exemplares adultos alcançam até mais de 18 kilos,com cerca de 1,20 metros e seu peso médio chega até 2 kilos.
Maio,junho e julho são os meses em que procria,quando procura as águas mais tranqüilas de canais e rios litorâneos para desovar.Voraz,o robalo percorre o manguezal á caça de alimentos.Quando a maré sobe,é comum ver seu ataque a pequenos peixes ,camarões e siris,em locais rasos.
O melhor período de pesca vai de setembro a dezembro e os locais ideais estão no manguezal,quando a altura máxima da maré cheia alcança 1,20 metros,não ultrapassando o limite da caixa do rio de água doce ou do canal,formado pela invasão da maré.O robalo é um peixe de temperamento nervoso reações rápidas.É considerado excelente alimento.

Locais de pesca
Nômade tem a sua presença registrada desde o sul dos Estados Unidos,na Flórida,até o sul das águas brasileiras,nas baías de Paranaguá Guaratuba(Paraná) e São Francisco(Santa Catarina)É encontrado em canais e cabeceiras de rios litorâneos(manguezais),golfos,baías e lagoas comunicantes com o Mar, sobretudo onde exista rios de água doce, permitindo sua passagem por canais interiores.
Sua pesca ocorre também em locais próximos da costa, como praias, banco de areia, parceis e em voltas de ilhas.
Freqüentemente, caça alimentos e atacam as iscas em locais próximos de pontes, diques, grandes pedras que entram para o mar, cercos velhos e curvas acentuadas de rios litorâneos.

Época da pesca - Setembro a março, sendo em dezembro omelhor período.
Limites mínimos - 30 cm peva, 50 cm flecha.
Quantidade - recomendável no Maximo 10 exemplar.

ARREMESSO
Vara -
Ultraligth para o robalinho; light e médium para o robalete; e medium-heavy para o robalão.
Molinete ou carretilha - ultra light até médium heavy.
Linhas -0,20 até 0,50mm, de acordo com o local e o equipamento escolhido.
Empate - 0,25 até 0,60mm.
Iscas-mirrolures, plugs sem barbela para águas calmas e pesca de superfície, e com barbela para meia água e fundo, além de colheres, spiners e jigs.
Distância - arremesso de 10 a 30 m.
Iscas naturais
- iscas vivas, camarões, ximburé e files de sardinha.
Anzóis - 2 1,1/0 até 5/0.

FLY
Vara -
8 1/2 a 9 pés)2,55 a 2,70 m), para linhas 6,7 e 8.
Carretilha - ação simples ou múltipla, com 100 m de linha de reserva.
Linhas de fly - weigth-forward 6,7 ou 8 de superfície ou sinking tip.
Empate - 5 a 10 pés (1,50 a 3 m) de comprimento.
Ponta de linha - 8 a 20 lbs (3 600 a 9, 100 kg).
Moscas - streamers, bucktails, Popper buye imitações de caranguejos e camarões.

CORRICO
Vara
- médium
Molinete ou carretilha - ação média
Linha - 0,40mm
Empate - 0,50mm
Iscas - plugs com barbelas, colheres brilhantes, spiners e spiner-baits.
Espécies pescadas de modo idêntico; Badejo, Salteira e Caranha.


Black Bass
Nome Popular: black bass
Nome Científico: Micropterus salmoides

Corpo lateralmente comprido.Grande boca que se estende até além do olho,distinguindo-o de forma especial.Barbatana dorsal com divisões entalhadas .Barbatana caudal côncova.Barbatana anal com fileiras de raios recortados nas pontas.
É assim o black bass o mais popular dos peixes esportivos e o preferido atualmente pelos pescadores esportivos brasileiros.
A coloração varíavel apresenta predominantemente cor verde-escura no dorso,com flancos prata-esverdeados e, tons bem escuros.O abdômem é amarelo claro, com marcas escuras, a partir dos olhos, irradiando até ás pontas das guelras.
Os flancos têm uma faixa lateral larga e escura,expecialmente nos peixes jovens.
Os maiores peixes são encontrados no sul dos EUA e em Cuba e alcançam até 70 centimetros e mais de 10 kilos.No geral, sua média de peso é de 1 kilo, particulamente no Brasil, norte dos Estados Unidos e nas áreas onde o peixe foi aclimatado.
Nativo do Canadá, existe hoje em praticamente as regiões do mundo.No Brasil,foi introduzido em 1922, em Belo Horizonte,e disseminado para todo o sul do País.Conhecido também no Brasil como bass ou" truta verde", encontra-se em muitos lagos e represas próximos de grandes centros, como São Paulo e Curitiba.
O black bass é um peixe de água doce,habitando águas claras,lentas.Desenvolve-se melhor em ambientes quentes mas dá-se também em ambientes mais frios de lagos e correntes.
A procriação e a desova acontecem de agosto a novembro.Após a desova da fêmea,o macho monta guarda e protege o cardume de alevinos, até que eles possam atacar pequenos peixes, gerinos, minhocas e caramujos para alimentar-se sozinhos.

Locais de pesca
Lagos e represas no sudeste e sul do Brasil, com águas calmas e claras.

Época de pesca - verão e outono.
Limites mínimos - comprimento 30 cm e quantidade 5 exemplares.

ARREMESSO
Vara
- 1,60 a 2 m , ligth, medium-ligth e medium, ponta firme.
Molinete ou carretilha - ação média.
Linhas - 030 a 0,40mm.
Empate - 0,35 a 0,50mm.
Iscas - plugs sem bsarbela para a superficie e com barbelas para meia-água e profundidade, spiner, spiner baits, jigs. especialmente minhoca artificiais.
Distancia - arremesso de 10 a 30 metros.
Iscas naturais - iscas vivas pequenos peixes,insetos encontrados em local e minhocas.
Anzóis - 1/0 a 8/0

FLY
Vara
- 6 ou 7,de 81/2 a 9 pés(2,55 a 2,70m).
Carretilha - ação simples ou múltipla,com 100m de reserva de linha no fundo.
Linha de fly - weigth-forward 6,7 ou 8,se superficie,floating ou floating/sinking.
Empate - 9 a 20 pés (2,70 a 6 m) de compriimento.Ou,ainda o padrão com 1,5 a 3 m de comprimento.
Ponta de linha - 3 a 8 lbs.(1,400 a 3,600 kg) de resistencia.
Moscas - streamers,popping bugs,grande variedade de moscas úmidas e secas, ninfas, efêmeras, larvas, etc.

CORRICO
Vara
- 1,80 m,medium,ponta firme.
Molinete ou carretilha - ação média
Linha - 0,35 a 0,40mm.
Empate - 0,45 a 0,50mm.
Iscas - plugss com barbelas,spiners e spiner baits
Espécies pescadas de modo identico;cachorra,bicuda e tambaqui

TucunarÉ
Nome Popular: tucunaré
Nome Científico: Cicbla ocellaris.

O tucunaré tem aparência atarracada e a forma de seu corpo é fortemente comprida. Tem na cauda um desenho em forma de sol, Sua barbatana dorsal é bastante pronunciada, com reentrâncias profundas e caudais é convexa.
Uma característica marcante da espécie, é o aparecimento de uma protuberância carnosa (giba) no alto da cabeça do macho, na fase do crescimento.
A coloração é muito variável. Peixes jovens são de cor cinza-esverdeada,que vai se transformando em cor prata esbranquiçada;a área dorsal torna-se cor verde-folhagem,com a garganta e a barriga assumindo um tons de dourado.
Em todos os tucunarés,existe uma mancha preta característica na base da barbatana caudal,com o formato de um olho(ocelo),que serve para iludir os predadores.As barbatanas são geralmente esverdeadas com manchas escuras;em peixes mais velhos as barbatanas inferiores e a parte inferior da cauda passam para vermelho-tijolo.
Nativo da América do Sul,o tucunaré foi introduzido em outras regiões,especialmente no Havaí e EUA,onde é chamado de "peacock bass".Alcança até 70 centímetros e 12 kilos.
Peixe muito interessante para o pescador esportivo,já que a média de peso em regiões de águas mais quentes fica em torno de 5 kilos.
Sendo um peixe esportivo "peso médio-ligeiro",ataca bem as iscas artificiais em arremesso,"fly" e corrico.
Deve-se acentuar,que o tucunaré é um peixe de alta qualidade e de finíssimo paladar.

Locais de pesca
Lagos e remansos de rios, nas Guianas, Amazonas, Pará, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
São Paulo / Minas, no rio Grande, especialmente em Guaracy, Icem e Porto Colômbia. Bons exemplares na represa de Itumbiara e Tupaciguara.
São Paulo / Mato Grosso; nos rios Parnaíba, na confluência com o Tietê, em Ilha Grande em sua migração, entrando para a Bacia da Prata.
Goiás / Mato Grosso; nos rios Parnaíba, Araguaia, Tocantins,Rio das Mortes, Teles Pires, Peixoto de Azevedo,Nhandu,Cachoeira Tacorizal,Juruena e afluentes.
Amazônia; Nos rios Solimões, Amazonas, Ualaga, Guaporé, Tajapós, Purus, Acre, Xingu, Trombetas, Branco, Negro, Cupaí, Madeira, Mamoré e afluentes.

Época de pesca - verão
Limites mínimos - comprimento 30 cm e quantidade 5 exemplares, ou melhor, o pesque e solte

ARREMESSO
Vara
- medium-ligth 2,00m
Molinete ou carretilha - ação média
Linhas - 0,30 a 0,50mm
Empate - 0,40 a 0,60mm
Iscas - em remansos e lagos plugs com ou sem barbela para superfície, meia-água e fundo, com ou sem barulho. Em águas mansas,mas movimentadas;miro-lures,plugs com barbela,jigs,colheres e spiners.
Distância - arremesso de 15 a 40 m.
Iscas naturais - lambaris e outros pequenos peixes vivos
Anzóis - 2 até 5/0

FLY
Vara
- 6e7 standard de 8 a 9 pés para linha 7,8 ou 9.
Carretilha - ação simples ou múltipla,com 100m de reserva de linha na base.
Linha de fly - weigth-forward 6 ou 7 standard 8 ou 9,ou ,ainda,a bass bug tapper 7,8 ou 9 floating ou sinkingtio.
Empate - 5 a 10 pés(1,50 a3 m)de comprimento.
Ponta de linha - 8 a 25lbs
Moscas - variedade de streamers e popping bugs.

CORRICO
Vara
- médium,1,80m ponta firme
Molinete ou carretilha - ação média
Linha - 0,40mm
Empate - 0,50mm
Iscas - plugs com barbela curta para superfície e meia água.
Espécies pescadas de modo idêntico;cachorra,dourado,bicuda,tambaqui,traíra.

Abotoado (Armau)
(Cient: Oxydoras Kneri - Fam: Doradidae).
Espécie de água-doce que atinge normalmente cerca de 60 cm, embora já tenham sido capturados exemplares com mais de 1m de comprimento. Tem coloração cinza-escuro,mais clara nos flancos e amarelada no ventre.Possui escudos laterais e ferrões nas nadadeiras(exigindo muito cuidado ao ser manuseado).Costuma ser fisgado em águas barrentas e sua carne não tem grande qualidade,embora alguns pescadores não a desprezem.Normalmente,desova entre janeiro e fevereiro.
 Distribuição geográfica: Bacia da Prata, Pantanal e Bacia Amazônica.
Locais para pesca: Em toda extensão do rio.
Épocas para pesca: Durante todo o ano.
Equipamento: Material leve e médio, vara com molinete ou carretilha. Linha:0,25 a 0,50.Anzóis:1/0 a 4/0.
Isca: Pedaços de pequenos peixes (Lambari, Sauá, Tuvira, Jeju), minhocoçu, minhoca, massa, frutas e coquinhos.
Sinônimos: Armado, Armau, Bacu-pedra, Botoado, Cari, Cuiúcuiú, Focinho-de-porco, Peixe-de-manilha, Tuiú, Vacu.

Albacora (Atum)
(Cient: thunus alalunga - Fam: Thunidae).
Espécie marinha que a maioria identifica como Atum. Na verdade,a família dos tunídeos engloba várias espécies,sendo esta a mais significativa entre nós.É encontrada em todo o oceano Atlântico,bem como no Mediterrâneo.Trata-se de um peixe muito bonito e esportivo,que costuma freqüentar principalmente o litoral Nordeste em grandes cardumes.Peixe de primeira qualidade,tem o dorso azulado,flancos e ventre prateados,formato quase roliço e pedúnculo caudal bastante estreito.Os exemplares encontrados normalmente alcançam 70cm de comprimento e 10kg de peso.Mas podem chegar até a 160kg.
Distribuição geográfica: Todo território brasileiro.
Locais para pesca: Alto-mar, preferencialmente na chamada água azul”.
Épocas para pesca: Durante todo ano, principalmente entre setembro e abril.
Equipamento: Material médio a pesado, vars com carretilha. Linha:0,50 a 0,90.Anzóis: 2/0 a 7/0
Isca: Naturais-Pequenos peixes(sardinha,parati,Peixe-voador,Farmangalo),camarão,siri,lula,polvo.Artificiais-Colheres,jiggs e plugs de meia-água e profundidade(Rapala magnum floating,Magnum Sinking,tamanhos 11,14,18).
Sinônimos: Atum, Atum Azul, Atum-verdadeiro.

AnequiM (CaÇÂo-anequim)
(Cient: Isurus oxyrinchus - Fam: Lamnidae).
Conhecida também como "White Shark” (Tubarão-branco) pelos norte-americanos, esta espécie é encontrada no Oceano Atlântico, Pacifico e Mediterrâneo. Ágil,agressivo e extremamente voraz,tem registro de vários ataques a seres humanos.Serve-se de qualquer alimento,engolindo até ferramentas.Chega a medir 7m de comprimento e já foram encontrados exemplares com mais de 1.100kg de peso.Parece insensível á dor e,mesmo quando mutilado,não desiste de seus ataques brutais.Tem também a capacidade de expelir o conteúdo de seu estomago.
 Distribuição geográfica: Toso o litoral Brasileiro
Locais para pesca: Costões, praias, alto-mar, foz de rios e de anais.
Épocas para pesca: Durante todo o ano. Na região Sul e Sudeste,em especial ,de março a setembro.
Equipamento: Material de médio para pesado, variando de acordo com o local e tamanho do peixe. EX:e, praias,linha 0,50 e anzol 5/0.Importante peixe com boca guarnecida por dentes,Exigindo o uso de encastoado de aço.
Isca: Peixes menores, crustáceos, lulas.
Sinônimos: Cação-anequim. Iperu,Tubarão-anequim.

Apaiari (AcarÁ-aÇu)
(Cient: Astronotus ocellatus - Fam: Cichidae).
Espécie originaria da Bacia Amazônica, tem cor verde-escura, manchas vermelhas, um ocelo escuro na causa e nadadeira dorsal cortante. Vive em cardumes e não suporta temperatura baixas.Desova quatro vezes por ano e atinge até 1kg de peso.
Distribuição geográfica: Bacia Amazônica, represas do nordeste e sudeste.
Locais para pesca: Margens com capim, galhos, pedras
Épocas para pesca: Durante todo o ano, principalmente na primavera.
Equipamento: Material leve, ultra light linha 0,20. Anzol 12,8,
Isca: Naturais, pequenos peixes, lambaris, insetos, minhoca. Artificiais-jiggs,spinners,colheres,plugsde superfície,meia água tamanho 3,5,7
Sinônimos: Acará-açu, Acará-grande, apiari, Bola-de-ouro, Caráaçu, Cará-grande, Corró-baiano, Corró-chinês, Dorminhoco.

ApapÁ (Sardinha-grande)
(Cient: Pellona castelnaeana - Fam: Clupeidae).
Vulgarmente chamada de Cagona, pelo fato de expelir fezes pelo ânus ao ser retirada da água, esta espécie é considerada a Sardinha de água-doce. Tem o corpo alongado,coloração amarelo-dourado e pode atingir 45cm de comprimento.Desova entre outubro e janeiro e vive em locais de pouco correnteza,nos igarapés.Poucos apreciam sua carne
Distribuição geográfica: Bacia Amazônica.
Locais para pesca: Lagos que tenham junção com rio, desembocadura, barrancos, junto á vegetação nas margens. E nas corredeiras (quando o nível do rio estiver baixo).
Épocas para pesca: Durante todo o ano, especialmente quando o nível do rio estiver baixo.
Equipamento: Material leve ou médio com molinete ou carretilha. Linha:0,30 a 0,40.Anzóis 1/0 a 3/0.
Isca: Naturais, pequenos peixes, insetos, rãs, pitu e caranguejo. Artificiais-colheres,jiggs,spinners,plugs de superfície e meia-água
Sinônimos: Sardinha-grande, sardinha

Arraia-Amarela
(Cient: Dasyatis say - Fam: Dasyatidae).
Encontrado desde os Estados Unidos até a costa da Argentina, essa espécie marinha prefere águas rasas e fundo de lama. O macho chega atingir 1m de largura e os embriões da fêmea (sempre de 2 a 4) nascem com 16cm de largura.Tem a cor olivácea no dorso e esbranquiçada na parte inferior.Nas praias do Piauí,é comum aparecer uma outra espécie (potamotrygonidae)que chaga a pesar 28kg.Inclusive,quando ferroados por ela,os pescadores costumam derramar óleo de castanha-de-cajú sobre a ferida para aliviar a dor,que é muito intensa.
Distribuição geográfica: Todo o litoral Brasileiro
Locais para pesca: Praias, costões, alto-mar, desembocadura de rios e canais do litoral.
Épocas para pesca: Durante todo o ano, principalmente no outono e inverno no Sul e Sudeste.
Equipamento: Material  médio para pesado, com molinete ou carretilha. Linha: 0,40 a 0,60. Anzóis 1/0 a 3/0.
Isca:  Pequenos peixes (sardinha, oveva, Parati, Betara), lula, camarão, siri.
Sinônimos: Raia-amarela

Arraia-Chita
(Cient: Raja castelnani - Fam: Rajidae).
Encontrada com mais freqüência no litoral sul, essa espécie tem coloração parda salpicada de pontos pretos. A causa é longa e fina,com uma linha longitudinal de espinhos,À mesma família pertence a Arraia-Santa(Uraptera agassizii),de formato idêntico,porém parda-amarelada,sem pintas.
Distribuição geográfica: Do litoral do Rio até a Argentina
Locais para pesca: Praias, costões, alto-mar, desembocadura de rios e canais do litoral.
Épocas para pesca: Durante todo o ano, principalmente no outono e inverno no Sul e Sudeste.
Equipamento: Material  médio para pesado, com molinete ou carretilha. Linha: 0,40 a 0,60. Anzóis 1/0 a 5/0.
Isca:  Pequenos peixes (sardinha, oveva, Parati, Betara), lula, camarão, siri.
Sinônimos: Arraia-pintada, Raia-chita.

Arraia-Jamanta
(Cient: Manta birostris - Fam: Mantidae).
São enormes podem atingir 8m, com peso dec1, 500 kg, ou até mais segundo narrativas que beiram a fantasia. Apesar de tímida,a Arraia-Jamanta não costuma representar perigo para ninguém,a não ser que seja atacada.
Distribuição geográfica: Todo o Litoral Brasileiro
Locais para pesca: Praias, costões, alto-mar, desembocadura de rios e canais do litoral.
Épocas para pesca: Todo o ano
Equipamento: Prepara-se com o material mais pesado que tiver. E,ainda assim,se conseguir fisgar uma,considere a hipótese de desistir,diante da impossibilidade de retirá-la do mar,devido ao seu peso.
Isca:  Pequenos peixes (sardinha, oveva, Parati, Betara), lula, camarão, siri.
Sinônimos: Peixe-diabo, Morcego-do-mar.

AruanÃ
(Cient: Osteoglossum bicirhosum - Fam: Osteoglossidae).
Espécie fluvial, parente do pirarucu encontrado no rio Amazonas e seus afluentes. Suas escamas são prateadas com reflexos avermelhados.É um peixe ovíparo,pondo ovos grandes(cerca de 1cm de diâmetro),que a fêmea recolhe na boca até a eclosão.Fato que se repete mesmo depois do nascimento dos alevinos.A boca é oblíqua,com dois barbilhões na ponta do maxilar inferior.Pode atingir 1m de comprimento e 4Kg.Tem a carne adocicada e cheia de espinhas.
Distribuição geográfica: Bacia Amazônica
Locais para pesca: lagos e remansos de rios.
Épocas para pesca: Todo o ano, com destaque para os períodos posteriores às cheias, até que o rio atinja níveis bem baixos.
Equipamento: Material leve para médio. Linha: 0,30 a 0,45.Anzóis:1/0 a 3/0.
Isca:  Naturais - Pequenos peixes e insetos. Artificiais-colheres,jiggs,spinners,plugs de superfície e meia-água (Rapala Original,husky,jointed,fat rap,shad rap,tamanhos 5,7,9,11).
Sinônimos: Aruaná, Arauaná, Carapaná.

Badejo
(Cient: Mycteroperca bonaci - Fam: Serranidae).
Há uma grande variedade desta espécie marinha, encontrada desde a Flórida até a costa sudeste brasileira, podendo variar de tamanho e coloração. O Myctoperca,especialmente,é o maior badejo brasileiro:atinge 1,80m de comprimento e mais de 60Kg.Apresenta manchas escuras pelo corpo,separadas por linhas brancas sinuosas.Carne de ótima qualidade.Pertence à mesma família do Cherne e da Garoupa,distinguindo-se destes pelo fato de ter caninos na parte anterior do maxilar.
Distribuição geográfica: Todo o Litoral Brasileiro
Locais para pesca: Costões, junto a ilhas, rios e canais do litoral, especialmente atracadouros, pedras e embarcações afundadas.
Épocas para pesca: Durante todo o ano, com maior incidência na primavera e verão.
Equipamento: Material de médio a pesado, vara com molinete ou carretilha. (usa-se também varejão de bambu e linha de aço).Linhas:0,40 a 0,80.Anzóis 3/0 a 12/0.Uma vez fisgado,precisa ser bem trabalhado,pois costuma entocar.
Isca:  Pequenos peixes (sardinha, Parati), lula, camarão, siri, caranguejo. Artificiais-colheres,jiggs,e plugs de meia água ou profundidade tamanhos 7,9,11.
Sinônimos: Badejo-bicudo, Badejo-pintado, Badejo-preto, Badejo-quadrado, Badejo-sabão, Badejo-saltão, Badejo-sapateiro, Badejeste, Gracapé, Piraúna e Serigado.

Baiacu-Arara
(Cient: Lagocephalus laevigatus - Fam: Tetraodontidae).
 Sob o nome de Baiacu há mais de vinte espécies. O Baiacu-arara é uma espécie marinha com grande incidência no litoral do Espírito Santo,onde inclusive é utilizado como alimento.Esse Baiacu tem a pele muito áspera(freqüentemente costuma estragar a rede dos pescadores) e chega a medir mais de 60cm de comprimento.Seu corpo é alongado,quase quadrangular,com o dorso azulado,ventre claro e flancos prateados.
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro
Locais para pesca: Praias, desembocaduras de canais e rios do litoral, costões e alto-mar.
Épocas para pesca: Durante todo o ano, principalmente no verão.
Equipamento: Material leve e médio, vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,30 a 0,50. Anzóis 4,2,1/0 ,2/0 .Recomenda-se guarnecer o anzol com empate de aço.
Isca: Camarão, pequenos siris, caranguejos, lula, toletes de sardinha e Parati
Sinônimos: Ará, Baiacu-ará, Baiacu-dondon, Baiacu-guaiamá, Baiacu-guarajuba, Baiacu-liso, Bajacu, Guamaiaçu-atinga, Peixe-coelho.

Baiacu-franguinho (Baiacu-mirim)
(Cient: Spheroides testudineus - Fam: Tetraodontidae).
 É o mais comum dos Baiacus, Raramente passa de um palmo de comprimento. Tem o Clássico formato claviforme,coloração parda escura no dorso,amarelo machado nos flancos e ventre esbranquiçado.Em relação aos Baiacus,conta-se muita lenda,principalmente quando à sua toxidade.Muitos duvidam,tanto que chegam a usá-lo como alimento.Mas autores renomados,como Agenor Couto de Magalhães,relatam experiências em que galinhas morreram uma hora apos terem comido vísceras desse peixe.
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro
Locais para pesca: Praias, desembocaduras de canais e rios do litoral, costões e alto-mar.
Épocas para pesca: Durante todo o ano ele inferniza a vida dos pescadores
Equipamento: Material leve e médio, vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,30 a 0,50. Anzóis 4, 2,1/0,2/0. Recomenda-se guarnecer o anzol com empate de aço.
Isca: Ataca qualquer tipo de isca natural
Sinônimos: Baiacu-mirim, Guamaiacu-mirim.

Barbudo (Piracuara)
(Cient: Polynemus virginicus - Fam: TPolynemidae).
Espécie marinha encontrada desde os Estados Unidos até o Estado de São Paulo. Prefere as embocaduras de rios e muitas vezes sobe o leito dos mesmos.Geralmente é encontrado nos fundos lodosos,onde procura seus alimentos.Tem coloração prateada,com nadadeiras escuras,sendo que a caudal é furcada.Trata-se de uma espécie de pequenas proporções;raramente passa dos 30cm de comprimento
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro,exceto o Sul.
Locais para pesca: Praias, costões, foz de rios.
Épocas para pesca: Durante todo o ano
Equipamento: Material leve  vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,20 a 0,30. Anzóis 10, 8, 6, 4,2.
Isca: Filé de sardinha ou parati, camarão descascado, tatuíra, sarnambi, "corrupto”, minhoca de praia.
Sinônimos: Parati-barbudo, Piracuara.

Beijupira (CaÇÃo-de-escama)
(Cient: Rachycentron canadus - Fam: Rachycentriidae).
Espécie marinha, de formato alongado, que pode atingir 2m e mais de 40 kg (há pescadores que falam em exemplares de até 70 kg). Tem o dorso marrom-escuro e o ventre esbranquiçado.Sua carne é saborosa,justificando a designação indígena: "peixe como o beiju".Prefere águas profundas,mas vem á superfície em busca de alimento.
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro
Locais para pesca: Praias, costões, Alto mar
Épocas para pesca: Primavera, verão ou outono, variando de acordo com a região do Brasil.
Equipamento: Material  de médio a pesado,  vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,35 a 0,70. Anzóis 1/0 a 8/0.
Isca: Naturais, Sardinha, manjuba, Parati, camarão, lula siri entre outros.
Sinônimos: Belupirá, Bijupira, Cação-de-escama, Canado, Chancaron, Pirabiju.

Betara(Corvina cachorra)
(Cient: Menticirrhus americanus - Fam: Sciaenidae).
Espécie marinha, que atinge até 50 cm de comprimento, muito comum principalmente no litoral sudeste. Apresenta colorido Cinza-claro com manchas escuras alongadas,o ventre é esbranquiçado.Alimenta-se de pequenos peixes,algas e moluscos.
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro
Locais para pesca: Praias, costões, Alto mar, canais.
Épocas para pesca: Primavera, verão ou outono, variando de acordo com a região do Brasil.
Equipamento: Material  leve,  vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,25 a 0,30. Anzóis 8, 6, 4,2.
Isca: Naturais, minhoca de praia, Sardinha, manjuba, Parati, camarão, lula siri entre outros.
Sinônimos: carametara, Caramutara, Corvina cachorra, Embetara, Judeu, Papaterra, Papaterra-de-assovio, Papaterra-de-mar-grosso, Pena-de-moça, Pira siririca, Pomba de mulata, Gambetara, Siririca, Tambetara, Tremetara king-fish.

Bicuda (Barracuda)
(Cient: Sphyraena barracuda - Fam: Sphyraenidae).
Há cerca de vinte espécies desse peixe, pelo menos cinco delas encontradas no litoral brasileiro. Podem atingir até 4m, vivendo praticamente nas mesmas águas que os tubarões. E,como eles,atacam suas presas,inclusive o homem.Têm o corpo comprido,delgado e arredondado,dentes afiados e longos,maxilares fortíssimos.Mas são solitárias:aparecem quase sempre sozinhas.
Distribuição geográfica: Todo o litoral brasileiro,exceto o Norte
Locais para pesca: Praias, costões, Alto mar, canais.
Épocas para pesca: Durante todo o ano  com mais ação durante primavera e verão
Equipamento: Material médio a pesado,  vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,40 a 0,80mm. Anzóis 2/0 a 10/0
Isca: Naturais - Peixes inteiros ou toletes e filés, tais como Sardinha, Parati, Bonito, Betara. Artificiais - Colheres e plugs de meia água ou profundidade.
Sinônimos: Barracuda, Bicuda-da-lama, Bicuda-de-corso, Bicuda-guará, Bicudinha, Goirana.

Black-Bass
(Cient: Micropterus salmoides - Fam: Centrarchidae).
Espécie de água doce originaria do Canadá, introduzida no Brasil em 1922, tendo-se adaptado muito bem. É um peixe carnívoro,alimentando-se de pequenos peixes,rãs,larvas e insetos.Nos Estados Unidos e Canadá há registro de espécies de até 12 kg.No Brasil,atingem 3kg em cinco anos.No momento da desova.(entre setembro e dezembro), a fêmea faz um ninho que pode chegar a um metro de diâmetro,no fundo lodoso,depositando ai os ovos.
Distribuição geográfica: É encontrado em represas,principalmente no Sul e Sudeste.
Locais para pesca: Em toda a represa, com maior incidência junto a galhadas, pedras, barranco de terra forme, em qualquer profundidade.
Épocas para pesca: Durante todo o ano 
Equipamento: Material leve,  vara com molinete ou carretilha. Linha: 0,20 a 0,30mm. Anzóis 1/0.
Isca: Naturais - Minhocas, pequenos peixes (lambaris, Tilápias, Acaras). Artificiais-Colheres,spinners,jiggs,e plugs de superfície,meia água ou fundo.Em especial,minhoca artificial para a pesca em grandes profundidades.
Sinônimos: Boca-grande (Big-mouth), Achiga (Em Portugal).


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