Home      |      A Pousada      |      Galeria de Fotos      |      Tarifas      |      Contato
DicionÁrio do Pescador
Água Azul: Tonalidade de água que identifica a Corrente do Brasil. Ali se encontra as espécies marinhas mais esportivas, como Dourados, Marlins, Albacoras, Atuns etc. Entre outubro e março, dependendo da posição geográfica, essa corrente se aproxima da costa, ficando em alguns casos a apenas 10 ou 15 km do litoral, como no Nordeste. No Sul e Sudeste, a distância varia entre 50 e 100 km. O azul é escuro profundo, facilmente identificável.

Alevino: São os filhotes dos peixes logo após a desova ou eclosão dos ovos. Forma embrionária dos peixes.

Alto-Mar: Também, chamado mar aberto ou mar alto. É a parte do mar mais afastada do litoral, ás vezes fora das águas territoriais. Porém,dependendo da posição geográfica,o alto-mar pode começar a apenas alguns quilômetros da costa.

Anzol: Artefato de metal que cumpre a função especifica de fisgar o peixe. A mustad, reconhecidamente o fabricante dos melhores anzóis em todo mundo, produz mais de 18 mil modelos diferentes, para todos os tipos de peixes e pescarias. Os anzóis podem ser simples,duplos ou triplos.

Anzol chapinha: É um tipo especial de anzol, onde o orifício da parte superior é substituído por um simples achatamento da própria haste do anzol.. Trata-se de um anzol mais resistente, porque passa por uma operação a menos no seu processo de fabricação. Deve ser amarrado de maneira especial.

Abdominal: Veja "ventral"

Acarascando: Pescando acará

Adiposa: Nadadeira pequena, sem raios, entre as nadadeiras dorsais e caudais de certos peixes fluviais, como: Curimbatá, Piaba, Dourado, Lambari etc.

Afluente: Rio, Riacho ou Ribeirão que deságua num curso de maior volume de água.

Águas particulares: Veja "águas publicas".

Águas publicas: Todas aquelas águas naturais, de domínio público, como rios, grandes lagoas, etc. Diferentes das chamadas "águas particulares”, como represas, tanques, pequenas lagoas, e que estão situadas dentro de propriedades particulares, onde a pesca só poderá ser exercida com autorização expressa do proprietário.

Alga: Ser vegetal formado de uma só célula (unicelular) em geral. Forma colônias de milhares de células, uma ao lado da outra. Geralmente são as algas de cor verde,pois têm clorofila e são produtoras de oxigênio (para a respiração animal) e como alimento para muitos seres aquáticos.

Anal: Nome da nadadeira situada próxima ao ânus. A nadadeira anal, em certos peixinhos vivíparos (que dão cria), pode se transformar em órgão copulador com o nome de gonópodio. Assim esses peixinho-como o guaru-guaru ou barrigudinho - copulam no ato reprodutivo.

Antiofídico: Soro que se aplica contra picadas de cobras peçonhentas.

Arpoar: Ato de flechar o peixe por meio do arpão.

Arrastão: Rede para apanhar peixes, que se arrasta no rio ou no mar.

Arrepiada: Água do rio ou de lagoa que,quando venta,fica toda ondulada. Também se diz "piracanjuba arrepiada” para as piracanjubas grandes, de escamas salientes e ásperas.

Arroz cozido: É usado para a pesca de vários tipos de peixe. Deve ser cozido apenas na água, sem qualquer tipo de tempero. Deve-se colocar no anzol o grão isoladamente.

Baratinha-do-mar: Crustáceo muito comum em todo litoral brasileiro, normalmente encontrado nas pedras de costões. Uma das melhores iscas para se pescar no próprio local onde é encontrada.

Barbela: Saliência em forma de cunha existente na parte dianteira dos plugs de meia-água e de profundidade. Seu tamanho, inclinação e formato é que determinam a ação da isca dentro da água.

Bóia: Artefato de cortiça, isopor, plástico, madeira ou outros materiais, que serve para manter a isca na superfície (ou á profundidade que se deseja), servindo ainda de aviso quando o peixe ataca a isca.

Barbilhão: Apêndice que aparece no maxilar e na mandíbula dos peixes de couro como o mandi, o jaú, o surubim etc., e que serve como órgão sensorial para o peixe.

Barco: Embarcação pequena, sem cobertura.

Barraca: Tenda de lona para abrigar os pescadores.

Batida: Pescaria de batida. Especialmente para trairá, cuja linhada leva chumbada, para que a batida surta o efeito desejado.

Bicheiro: Objeto do feitio de um anzol, desprovido de farpa, para apanhar o peixe depois de fisgado. Também conhecido pelo nome de gancho.

Caranguejo: Crustáceo muito comum no litoral brasileiro. Tanto pode ser encontrado nos mangues, como nas pedras ou mesmo nas praias. Serve como isca para vários tipos de peixe.

Carnívoro: São os chamados peixes predadores. Peixes que se alimentam de outros peixes.

Carretilha: Equipamento de pesca que cumpre a função especifica de tracionar a linha, permitindo o recolhimento do peixe quando fisgado. Função que é desempenhada também pelo molinete. Na carretilha,porém,a capacidade de tração é maior.Em compensação,até que se adquira a prática suficiente,o manejo da carretilha é mais difícil que o molinete.

Chumbada: Basicamente, existem três tipos de chumbadas, usadas de acordo com a pesca que se está praticando. Pesca de rio: chumbada tipo oliva. Pesca de praia: chumbada tipo pirâmide. Pesca de costão:chumbada tipo gota,ou pingo d’água.Chumbada oliva,solta na linha,deve ser usada em água doce ou no mar,quando se pesca com linha curta.Chumbada pirâmide é usada na pesca de praia.Por causa do seu formato,ela se fixa na areia,não permitindo que as ondas arrastem a isca de volta á praia.Existem ainda variações de chumbadas utilizadas na pesca de praia como aranha,garra,cogumelo etc.Chumbada gota é utilizada na pesca de costões : quando recolhida,pela hidrodinâmica,ela sobe mais rápido,evitando o enrosco de pedras(o recolhimento no caso deve ser mais rápido e continuo).Colher e moela são outros tipos de chumbada para costão.

Colher: Artefato de metal confeccionado com um só anzol ou garateia, de vários formatos e cores. Usa-se principalmente para a pesca de corrico, tanto no mar quando em água-doce: a colher (geralmentecromeada) imita os movimentos de pequenos peixes, atraindo peixes maiores.

Coquinho: Pequenos frutos de vários tipos de coqueiros, que se tornam excelentes iscas para várias espécies de peixe (como Pacu, Jatuarana, Tambaqui etc.), principalmente na época das cheias.

Corixo: Pequenos rios que se formam com a vazão das águas das cheias ou pequenas nascentes. Termo muito usado no Pantanal.

Corrico: Modalidade de pesca feira com o barco em movimento. Pode ser praticada tanto no mar quanto em-agua-doce. Normalmente são usadas iscas artificiais(principalmente plugs e colheres),mas também pode ser usada isca natural.

Corrupto: Crustáceo encontrado praticamente em todas as praias do litoral brasileiro. É apanhado principalmente no horário das marés baixas: o que denuncia sua presença são pequenos furos na areia molhada da praia. Costuma ser retirado com uma espécie de bomba de sucção.

Costões: São formações de pedra que margeiam o litoral ou mesmo as ilhas. Os melhores costões para pesca são aqueles ricos em organismos vivos como cracas, mariscos, ostras etc.

Cabaça: Vegetal que produz uma fruta a qual se usa como bóia para diversos tipos de pesca.

Cabresto: Amarrio que se faz na ponta da vara para maior segurança da linha e sua fácil adaptação.

Caniço: Vara de pescar, de cana-da-índia ou bambu-jardim. É permitida a pesca com caniço, durante todo o ano e em todas as águas publicas, desde que não haja alguma proibição ou interdição especifica.

Canícula: À hora mais quente do dia. Forte calor.

Carbureto: Produto explosivo e inflamável quando em contato com água, usado nós lampiões, nas pescarias noturnas.

Carreira: Diz-se do abocanhar a isca com presteza: Espécies que pegam de carreira, como o “dourado”, o "Black Bass”, etc.

Caruncho: Inseto, destruidor de madeiras secas e, também, de varas de pescar. É um besouro, ordem Coleóptera.

Caudal: Nome de nadadeira do peixe, situada na parte terminal do corpo. É nadadeira impar e pode ser entalhada, com dois ramos, como a nadadeira caudal do Curimbatá, do Dourado, da Sardinha, da Tainha etc. também, pode ser espatulada como a nadadeira caudal da traíra. Essa nadadeira é muito importante no movimento de natação dos peixes,sobretudo para vencer as correntezas e saltos.

Ceva: Colocação de ingredientes num determinado trecho do rio, a fim de atrair os peixes ao sítio desejado.

Ceveiro: O lugar onde se pratica a ceva.

Chasquear: Ato de puxar o caniço com violência para fisgar o peixe.

Conquilha: Aparelho feito de ferro ou alumínio para fundir chumbadas.

Corda: O mesmo que espinhel

Cordel: Linha para pescar, confeccionada de algodão ou de outro material e que oferece boa resistência.

Cordonê: Cordão usado para a pesca de linha larga ou de espera.

Corredeira: Acidente do rio onde as águas se encrespam e correm com mais velocidade. Também, tais locais são designados com o nome de origem tupi-guarani de "topava".

Couro: Espécies de peixes que têm o corpo coberto de couro, como o mandi, surubim, jaú etc.

Covo: Cesto confeccionado de taquara, barbante, náilon ou arame usado para pesca, tendo uma entrada afunilada a fim de impedir a fuga dos peixes aprisionados. Possui portinholas de fechar para a retirada dos peixes apanhados.

Croca: Laçada ou torção em linhadas, principalmente nas de aço. Puxando-se depois, quebra-se com facilidade.

Dorsal: Nome da nadadeira do peixe situada no dorso.

Douradeiro: Pescador especializado na pesa do dourado. Por esse nome também são conhecidos os anzóis destinados á pesca do dourado.

Empate: Terminação de nylon (normalmente mais forte do que a linha que está sendo usada), que serve para guarnecer os anzóis ou iscas artificiais. Pode ser feito também em arame de aço.

Encastoado: O mesmo que empate, porém feito exclusivamente com arame de aço. Usado principalmente para fisgar peixes providos de dentes afiados.

Embornal: Sacola de lona com alça e tiracolo e que serve para o transporte do material de pesca.

Empatar: Dar nó na linha ou arame que prende o anzol: empatar o anzol.

Encrespada: O mesmo que arrepiado. Veja "arrepiada".

Engodo: Todo ingrediente que se coloca na ceva ou no anzol para atrair os peixes.

Escama: Espécies de peixes que são cobertos por escamas: espécies de escamas, como curimbatá, dourado, robalo, lambari, tainha, sardinha etc.

Espera: Linhada ou vara iscada (de espera) que se coloca no rio para que o peixe se fisgue por si só.

Espinhel: Corda para atravessar o rio ou parte dele, da qual, de espaço em espaço, prendem linhadas com anzol. O espinhel também é conhecido com o nome de corda.

Estaleiro: Armação de paus para pendurar a tralha de pesca ou mesmo peixes.

Figos: Pequenos frutos normalmente encontrados á beira de rios ou represas, servindo de alimento e de excelente isca para várias espécies de peixe,

Fly: Uma das modalidades mais antigas de pesca do mundo. Usa-se vara e carretilha especiais e iscas,na maioria das vezes,imitando pequenos insetos.Ao contrario do arremesso com carretilha ou molinetes tradicionais(em que se usa o peso da isca e da chumbada),na modalidade de fly utiliza-se apenas o peso da linha.

Ferrões: Estão presentes, sobre tudo, nos peixes de couro, como o mandi. Encontramos o ferrão nas nadadeiras peitorais na dorsal..O primeiro raio dessas nadadeiras,justamente o mais longo,se torna ósseo,bem duro,bem pontiagudo e serrilhado.São armas de defesa tais peixes e produzem,ás vezes,acidentes doloridos e desagradáveis.Aqui aproveitamos para chamar a atenção do pescador para ter cuidado na retirada de um peixe de couro do anzol.O pescador sempre deve pegá-lo pela cabeça e nunca pela parte mediana e posterior do peixe,pois este logo farpa um movimento lateral com violência ,cravando o ferrão na pessoa .E o ferrão contém toxinas(venenosas) e bactérias que poderão agravar bem as condições de ferimento.É sempre bom  medicar tais ferimentos e o médico deve ser procurado nos casos sérios e graves.

Fieira: Cordel, arame, embira com muitos peixes enfiados pela guelra.

Fisga: Instrumento com pontas, do feitio de um garfo, porém, usa-se com cabo comprido; as fisgas podem ser com ou sem farpas. Aparelho muito usado para apanhar rãs.

Fisgar: Ato de ferrar o peixe

Flor d'água: A superfície de água

Flutuar: Manter-se na superfície da água.

Fluvial: Curso de água doce. Espécies fluviais são os peixes de água doce.

Gafanhoto: Inseto muito usado na pesca de varias espécies de peixe. Usa-se com linha curta,sem chumbo,mantendo-se a isca na superfície da água.

Garatéia: Tipo de anzol com duas ou três pontas, usado com iscas naturais ou artificiais. A legislação proíbe o seu uso na chamada"pesca de lambada",que consiste no arremesso de linha com garatéia no meio de um cardume de peixes Prática considerada antiesportiva e criminosa.

Guaiá: Espécie de caranguejo comum no litoral brasileiro, tendo como habitat principal as fendas das pedras nos costões.

Girador: Apetrecho de pesca para colocar após o encastoado, a fim de evitar que a linha forme “crocas".

Gonopódio: Nadadeira anal de alguns peixinhos transformando em órgão copulador. Veja Anal(nadadeira)

Grosseira: Pesca com bóia parada, poitada.

Guizo: Chocalho que se coloca na ponta de vara de espera para dar sinal quando o peixe fisgar.

Habitat: Lugar próprio para a vida de cada espécie.

Iça: Inseto voador muito comum no inicio da primavera. Pertence a família das saúvas e é dos formigueiros que sai na primavera (servindo até de alimento em algumas regiões do Brasil).Costuma-se utilizá-lo como isca para diversas espécies de peixe de -agua-doce:deve ser iscado com linha curta,sem chumbada,permanecendo na superfície da água.

Igarapé: O mesmo que corixo. O termo,porém,só é usado na Bacia Amazônica.

Ictiologia: Parte da Zoologia que estuda os peixes.

Isca: Engodo que se coloca no anzol para apanhar peixes.

Jenipapo: Fruta muito comum em todo território brasileiro. Na beira de rio,é excelente ceva ou isca para diversas espécies de peixe.Dependendo do tamanho,pode ser iscado inteiro ou em pedaço.

Jigg: Anzóis guarnecidos com chumbo, cerdas ou penas, classificados na categoria de iscas artificiais. Recebe também o nome de boneca,vassourinha ou peninha.

Jirau: Armação de um estrado sobre paus ou nas árvores ou dentro da barraca, para evitar umidade

João bobo: Pesca com bóias na correnteza

Laranjinha: Fruta da região Centro-Oeste do Brasil. Assemelha-se a uma pequena laranja, inclusive no cheiro. Atinge no Maximo 4cm de diâmetro e deve ser usada(inteira ou em pedaço).quando madura fica amarela.Ótima para a pesca do Pacu.

Linha: São vários os tipos, diâmetros e cores de linha. Na pesca,o monofilamento de nylon é o mais usado.Existem ainda linhas,feitas com cerdas de tecido e metal.Houve tempo em que se usava até crina de cavalo.

Lambariscador: Pescador especializado na pesca de lambari

Lampião: Aparelho para iluminação, de grande formato.

Lance: Ato de atirar a linha de pesca para lançar o anzol

Lanterna: Aparelho para iluminação durante a noite, facilitando a lida com os apetrechos de pesca

Linha lateral: Órgão nervoso dos peixes, situado à direita e à esquerda, nas partes laterais do corpo. Externamente há no corpo do peixe uma série de escamas,com uma mácula,em geral,em série continua,da cabeça à cauda e que serve para perceber todo o mundo aquatico-como vibrações sonoras,fluxo da correnteza etc.Cada escama destas se liga ao nervo da linha lateral e o peixe se apercebe do "mundo" que o rodeia.Certos pescadores e fazedores de peixada retiram o cordão"branco" da linha lateral

,na crença de que tal fato melhore o gosto do peixe,retirando-lhe o gosto do lodo.Este procedimento não tem razão de ser e o gosto de lado do peixe depende de outras razões,principalmente dos seus hábitos de alimentação(lodo,etc.).

Linhada: E Linha comprida para pesca, que se atira com as mãos

Macarrãozinho: Tipo de isca muito usada na pesca de lambari e outros peixes pequenos. É um produto industrializado, que pode ser encontrado nas lojas de pesca. Deve ser cozido só em água,sem tempero, e passado no fubá.

Material leve: Entende-se por material leve o equipamento de pesca composto por vara, molinete, carretilha, linha, chumbada e anzol de proporções pequenas as menores do mercado. É o material que se usa para a pesca de peixes pequenos; ou mesmo pode ser usado para a pesca de espécies maiores,quando se objetiva uma pesca de alta esportividade,onde a pericia do pescador é colocada à prova.

Material médio: Equipamento (vara, molinete, carretilha, linha, chumbada e anzóis) de tamanho intermediário, utilizando acordo com o tamanho da espécie que se procura. Pode ser utilizado também, com esportividade, para maiores espécies.

Material pesado: É o material mais forte existente no marcado, utilizado para a pesca dos grandes peixes, como Jaús, Marlins, Piraibas, Meros etc.

Melancia do pacu: Fruta comum da região Centro-Oeste do Brasil. Como o nome sugere, assemelha-se a uma melancia, tendo, porém o diâmetro menor que um tomate. Pode ser usada inteira ou em pedaço e,como o próprio nome diz,é excelente para a pesca do Pacu(principalmente com o barco apoitado)

Minhoca artificial: Artefato de plástico e outros materiais ,de várias cores,imitando as minhocas,Trata-se da melhor isca para a pesca do Black-bass ,na modalidade de fundo.Há noticias de Tucunarés e Robalos fisgados com esse tipo de isca.

Molinete: Equipamento de pesca,de origem Francesa,que cumpre a função de tracionar a linha,como a carretilha.È preferido pela maioria dos pescadores devido à facilidade do seu manuseio.

Muçum: Também conhecido por Moçorongo,este peixe tem respiração pulmonar,e por isso pode passar   varias horas fora a água,muito usado como isca no pantanal também conhecido como pirambóia.

Madre: A linha mestre do espinhel.

Mariscar: Pescar com peneira em córregos,riachos e barrancas de rios.

Microcrustaceo: Pequeno crustáceo,isto é,animalzinho invertebrado,parente dos camarões e que mede um (1)milímetro ou menos de comprimento. Forma-se, principalmente, nas águas paradas e lagoas ricas de matéria orgânica, como nos ambientes das lagoas marginais, onde se criam as larvas dos peixes de rio. È alimento primordial para os peixinhos.

Minhocuçu: Isca para pesca, parecida com a cobra-cega, encontradas só em certas regiões úmidas.

Mosqueiro: Aparelho de vidro para apanhar moscas.

Mosquito ou mosquitinho: Anzol de minúscula dimensão para a pesca de pequenos peixes.

Motor: Maquina para adaptar ao barco, a fim de vencer os cursos fluviais ou marinhos com facilidade.

Ocelo: Mancha arredondada, em forma de olho, que aparece em várias espécies de peixe. A mais conhecida é a que caracteriza o Tucunaré(aparecendo junto à nadadeira caudal).

Ovíparo: É o peixe que põe ovos, que se reproduz por meio de ovos. Contrário de vivíparo(que se reproduz através do desenvolvimento do embrião dentro do organismo materno).

Ovovíparo: É o peixe cujo ovo é incubado dentro do organismo materno, embora sem se nutrir desse organismo.

Parcel: Formação de rochas marítimas, parcialmente submersas ou não. Geralmente locais apropriados para pesca de várias espécies de peixe

Plug: Iscas artificiais em formatos diversos imitando pequenos peixes. Podem ser de maneira,plástico ou outros materiais. Com barbela ou não, podem ser trabalhados na superfície, meia-água ou profundidade.

Pedúnculo: Parte do corpo de peixe, geralmente mais estreita, que liga a nadadeira caudal ao corpo propriamente dito.

Pitu: Espécie de camarão de água-doce. Ocorre em todo o Brasil,sendo mais encontrado em águas próximas do litoral.Excelente isca.

Palheta: A parte achatada dos anzóis não providos de argola.

Passador: Argolinhas que se colocam nas varas de pesca em que se usa carretilha  ou molinete, a fim de facilitar a passagem da linha.

Peçonhento: Todo animal que tenha peçonha, isto é, veneno (cobra, escorpião ou aranha).

Perneira: Peça feita de lona ou de couro para guarnecer as penas, evitando-se picadas de animais peçonhentos. É colocada sobre os sapatos.

Pescador: Aquele que se dedica à pesca amadora ou profissional.

Pesqueiro: Lugar do rio limpo de estruturas para a prática da pesca ou também pesque e pagues lagos  particulares que são abertos para a pratica da pesca.

Peitoral: Nome da nadadeira do peixe, situada na região torácica, perto das guelras. É nadadeira par.

Picaré: Rede com vinte ou mais  metros, tendo na parte superior bóias e, na inferior, chumbadas e em cada extremidade bastão, servindo para a pesca de arrasto nas praias.

Picuá: sacola de pano, com tiracolo para guardar o pescado.

Piracema: Subida dos cardumes para a desova e reprodução.

Pirangueiro: Pescador fluvial inveterado no interior. Vive e mora na beira do rio pescando.

Plâncton:  Pequeninos seres viventes da água e que servem de alimentação aos peixes. Há o plâncton vegetal, constituído, por exemplo, pelas algas e recebe o nome de fitoplâncton. Há o plâncton animal, constituído, por exemplo, pelos microcrustáceos e recebe o nome de zooplâncton. Todos os peixes do mundo, nas primeiras fases da vida, dependem do plâncton exclusivamente como alimento.

Poço: Lugar do rio onde há profundidade e cujas águas são paradas.

Poita: Pedra ou peso que se usa para parar o barco. Usa-se poita para firmar o espinhel num determinado ponto do rio.

Poitar: Fazer uso da poita.

Porta isca: Recipiente de madeira ou outro material para a colocação e conservação de iscas.

Presa: qualquer espécie de peixe que se fisga

Promombó: Pesca com barco em noite escura. Coloca-se um pano como se fosse vela e, iluminando-se com bastante claridade,dá-se de vez em quando uma pancada no bote.Os peixes,assustados,pulam e caem no barco.

Puçá: Aparelho auxiliar do pescador para complementação da pesca. Tem o feitio de um coador de café, porém feito de malhas conhecido também como passagua.

Purunga: O mesmo que cabaça.

Quebra-anzol: Local do rio assim denominado pelos pescadores, porque ali se enroscam e se perdem anzóis.

Rede: Aparelho de pesca confeccionada de barbante ou náilon para apanhar peixes, principalmente pelas guelras. Possui chumbada na parte inferior e flutuadores (cortiça etc.) na parte superior. Existe a rede de barranco, pequena, que se colocam em pontos favoráveis nas margens dos rios, lagos, etc. Existe a rede de lance, bastante grande (80 a 100 metros de comprimento ou mais) e que serve para lancear, isto é, para se pescar num rio, de margem a margem. Este tipo de rede é usado em tanques e lagoas também. Avisamos aos pescadores que a rede de lance é proibida pela legislação de pesca em ambientes naturais,como os nossos rios. As redes são construídas em malhas cuja largura, na linguagem do pescador, é conhecida com o nome de, respectivamente, duas, três ou quatro pontas de dedos. Existem redes especiais de malha vem miúdas ou bem largas.

Remanso: Lugar de rio onde as águas são calmas

Rodada: Descer o rio com barco pescando ao sabor da correnteza: Pescar de rodada. Também significa a descida dos peixes, depois das desovas.

Saguaritá: Espécie de caramujo de coloração amarelo-esverdeada, encontrada nos costões marítimos. Excelente isca para diversas espécies de peixe. É preciso quebrar sua casca,dura e resistente,podendo ser iscado inteiro ou em pedaço

Sarnambi: Molusco encontrado no litoral brasileiro, principalmente no Sul. Vive nas praias, enterrado na areia, sendo encontrado até 20 cm de profundidade. Serve de isca para várias espécies marinhas.

Siri: Crustáceo muito comum no litoral brasileiro, utilizado como isca para várias espécies de peixe. Na hora do manuseio deve-se tomar cuidado com suas garras, capazes de provocar ferimentos.

Siriri: Também conhecido por sabitu, iça-bitu ou vitu, é um inseto muito comum na primavera, sendo atraído por qualquer tipo de luz. Correspondente ao macho dos içás.

Spinner: Isca artificial provida de anzol simples ou garatéia. Trata-se de uma pequena colher que,pela ação da água, gira em torno de um eixo,atraindo os peixes.Pode ser guarnecida por penas ou cerdas em várias cores.

Samburá: Pequeno viveiro para a guarda de peixes pescados em seu próprio elemento. Confeccionado com vários materiais: barbante, náilon, taquara e outros.

Siriricar: Pescar com movimento de linhada na superfície da água.

Sondá: Modalidade de pesca com embarcação parada, fazendo-se que o anzol atinja o fundo dos poços nos rios.

Sondar: Espreitar o lugar da pescaria para averiguar se tem peixes.

Suporte: Pequenas forquilhas usadas para sustentação de vara de espera..

Tatuíra: Também chamado tatuzinho. É um crustáceo encontrado somente nas praias. Assemelha-se a um pequeno besouro, na cor cinza. Aparece na areia com a movimentação das ondas. Excelente para a pesca de peixes de praia.

Tucum: Espécie de coquinho encontrado em várias regiões do Brasil. No Pantanal, durante as cheias, é a melhor isca para o

Pacu (principalmente na modalidade de batida). De preferência deve ser iscado verde e inteiro (quando maduro tem cor arroxeada). Deve-se tomar cuidado no momento de apanhá-lo no pé, uma vez que a palmeira é protegida por muitos espinhos.

Tarimba: Pratica e traquejo na arte.

Tarrafa: Espécie de rede de pesca, circular, com chumbada nas bordas e com cabo (corda) que fica preso no braço do pescador. O feitio da rede lembra uma teia de aranha. Há a tarrafa de topava ou de barranco (menor) e a tarrafa de canoa (maior). Em geral o peso de uma tarrafa pode variar de 5 a 8 quilos, quando completa.

Tarrafeador: Pescador que pratica a pesca com a tarrafa.

Tridente: Espécie de garfo, cujas pontas terminam em farpas, usado para pesca.

Tralha: Conjunto do material do pescador.

Vivíparo: É o peixe que se reproduz desenvolvendo o embrião do alevino dentro do organismo materno. Contrário de ovíparo, que se reproduz através de ovos.

Varejão: Vara auxiliar para ajudar a navegar com o barco.

Ventral: Nome da nadadeira do peixe situada na parte média e inferior do abdômen É nadadeira par e, também recebe o nome de "abdominal". Viveiro: Aparelho para conservação de iscas vivas em seu próprio elemento. Feito de chapa ou de arame. Ou pode ser um caixão de madeira, perfurado, e com portinhola para retirada do peixe.

Conheça a Cidade de
Conheça a cidade de Anhembi
Conheça a Cidade de
Conheça a cidade de Santa Maria da Serra
Peixes da Região
Conheça os peixes da Região
Dicionário do Pescador
Conheça os peixes da Região
© 2019 - Pousada Colina dos Pescadores - mCw Comunicacao e Web